A Odisseia (The Odyssey — ING, EUA) — Christopher Nolan é tipo a mistura do Brasil com o Egito. Ele é como o “Norvana”, pois une todas as tribos diante do seu rolão de 70mm no iMax que só existe em 43 salas no mundo. “A Odisseia” é mais um exemplo do seu cinema arte-pop. O filme tem tanta coisa boa que não cabe num parágrafo. Também tem uns defeitos que eu poderia mencionar e que não cabem num parágrafo, mas eu desenvolvi um pouco mais no texto que está aqui linkado. Mas no fim, acho a sua versão sobre culpa e megalomania para o texto de Homero bastante satisfatória.Os filmes que mais curti no mês
O Convite (The Invite — EUA) — Eis um raro filme baseado em outro filme não falado em inglês que o estadunidense não fez besteira. Dirigido por Olivia Wilde e baseado no espanhol em “Sentimental”, de Cesc Gay, “O Convite”’ é divertido e tem ótimas atuações do seu quarteto. Destaque para Penélope Cruz.
Obsessão (Obsession — EUA) — O que eu poderia dizer sobre o filme de Curry Barker sem estragar a experiência de nnguém? Cuidado com o que você deseja. E adorei o trabalho da atriz Inde Navarretti no filme.
Backrooms: Um Não-lugar (Backrooms: EUA, CAN) — Uma sessão de terapia num mundo invertido amarelo gema de ovo? Gostei de como o filme de Kane Parsons é uma história que se passa num não-lugar de lembranças que vão ficando distorcidas com a passagem do tempo. É o encontro do tudo e do nada numa perspectiva sombria. Um lado meu queria mais respostas. Outro gostou do jeito que está mesmo.
A morte de Robin Hood (The Death of Robin Hood — EUA) — Hugh Jackman vivendo um Robin Hood velho, amargurado e arrependido dos seus atos no crepúsculo de sua vida. Foi mais interessante do que eu esperava.
“Inapropriados para o trabalho” (Not Suitable for work — EUA — Hulu) — Cinco jovens vivendo em dois apartamentos frente a frente um do outro compartilhando as dores e as delícias de jovens iniciando a sua vida adulta em Nova York. Te lembra alguma coisa não é? Pode falar. Começa com “F”. Isso mesmo a Gen Z ganhou um “Friends” para chamar de seu. E até que a série é legalzinha.
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