Extermínio: Templo dos Ossos (28 Years Later: The Bone Temple — ING, EUA) — Segundo filme da nova trilogia de “Extermínio”. Tem seus altos e baixos. Adoro toda a parte do doutor Kelson (Ralph Fiennes) e sua interação com o alfa em busca de uma cura. Detesto toda a parte dos Jimmy’s. Mas o final compensa tudo. Pode mandar vir o terceiro filme. (Escrevi um pouco mais sobre o filme neste link).
Pai Mãe Irmã Irmão (Father Mother Sister Brother — ING, EUA, ITA, FRA, IRL, ALE) — Gosto de pensar nas coincidências das três histórias (o uso do vermelho, o rolex, a pergunta sobre o brinde) como uma metáfora sobre mesmos em lugares e momentos de vida diferentes somos muito parecidos enquanto seres humanos. E na essência de tudo o que une as três histórias é a difícil conexão dos filhos com seus pais distantes, ainda que haja algum amor entre eles. Adorei o filme do Jim Jarmusch.
Alabama: Presos do Sistema (The Alabama Solution — EUA) — Documentário revoltante sobre a situação dos encarcerados no Alabama e como o Estado estabeleceu uma espécie de escravidão moderna com os presos.
Blue Moon (Blue Moon — EUA, IRL — 2025) — Adoro os diálogos do filme, acho a atuação do Ethan Hawke um dos seus trunfos, mas os truques que o Richard Linklater teve que adotar para compensar a diferença de altura entre Hawke e o real Lorenz Hart que ele interpreta são muito visíveis e prejudicaram um pouco o filme.
Marty Supreme (Marty Supreme — FIN, EUA — 2025) — Indicado a nove Oscars, este filme é só urgência, caos e confusão com um protagonista detestável. Vale pelo ótimo trabalho do Timothée Chalamet, mas junto com “A única saída” foi uma das minhas decepções do mês (Escrevi mais sobre o filme neste link).
A incrível Eleanor (Eleanor the Great — EUA) — Estreia de Scarlett Johansson como diretora, este é um bonito filme sobre a dura dificuldade de lidar com o luto.
Song Sung Blue — Um sonho a dois (Song Sung Blue — EUA) — Filme bem legal sobre uma banda tributo a Neil Diamond, que no fim é uma história de amor entre os dois protagonistas. Adoro a química que há entre Hugh Jackman e Kate Hudson, que mereceu demais a indicação ao Oscar. A parte do Pearl Jam me pegou de surpresa e achei maravilhosa.
Landman (Landman — EUA — Paramount) — A série de Taylor Sheridan voltou ainda melhor para a segunda temporada. Toda a história que reflete sobre a indústria do petróleo como um misto de mafiosos com donos de cassinos de Las Vegas é tão interessante que supera as várias tiradas hétero top do roteiro.
Mil Golpes (A thousand blows — ING, EUA — Hulu) — Achei a segunda temporada um pouco inferior à primeira e fiquei com a impressão de que a história não andou. Porém, o final deu um ânimo sobre o futuro de Hezekiah Moscow e seus comparsas.
Stranger Things (Stranger Things — EUA — Netflix) — Bagulhos Estranhos teve duas temporadas muito boas, e duas seguintes absolutamente dispensáveis, mas até que o final foi digno. O tempo mostrou que Millie Bobby Brown não evoluiu muito como atriz, o final foi fruto de muita megalomania dos Duffer, contudo gostei de ver o ciclo se fechando com os jovens seguindo a sua vida e se renovando com as crianças jogando RPG. O pós-Vecna foi mais interessante do que a sonolenta batalha contra o vilão. No fim, o saldo foi ligeiramente positivo, Kate Bush aparentemente voltará ao ostracismo e não precisamos de spin-offs (mas eles certamente virão).
Maid (Maid — EUA, ING — Netflix) — Demorei quatro anos para ver esta série, mas antes tarde do que nunca. Absolutamente incrível. Margaret Qualley antes da fama já mostrava aqui que tinha muita substância (tum dum tssss) dramática. Se for para escolher uma empregada doméstica, mil vezes “Maid” do que aquele pavoroso filme “A empregada”.
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